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Antiga Alfândega em Valença do Minho

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Todas as fotografias / imagens são fornecidas apenas para orientação.
Localiza-se no rio Minho unida pela Ponte Internacional, Cidade de Valença, distrito de Viana do Castelo, região Norte e sub-região do Alto Minho
 
Na Antiga Alfândega em Valença encontra-se no edifício o painel de pintura voltado para o rio com a representação de uma sereia a dedilhar uma cítara do mestre Júlio Resende.

Júlio Martins Resende da Silva Dias (23 de Outubro 1917-21 de Setembro de 2011 em Valbom, Gondomar) foi um pintor português do século XIX/XX.

O artista deixou algumas obras: Caminhantes (1950), Lavadeira (1951), Mendigos (1954), Pentecostes (1955), Pescadores (1957), Moça (1982), Ribeira Negra (1984)e Vitral da Igreja do Mosteiro de São Salvador de Grijó, Vila Nova de Gaia (1998).

O edifício da antiga Alfândega é um marco de memórias das relações entre Portugal e Espanha e o espaço guarda os testemunhos das travessias demoradas, fronteiras vigiadas, o mostrar os documentos e o contrabando de mercadorias.

Na antiga Alfândega de Valença do Minho eram transaccionados produtos como a sardinha, panos de linho, gado, milho, chapéus e azeite.

Na Primavera de 2015 foi feita uma intervenção no antigo e desativado posto da alfândega de Valença do Minho na fronteira com a Galiza.

Neste edifício pretendia-se recuperar um painel de mosaico desconhecido atribuído ao pintor José Gastão Seixas (1926-1982) que o tempo tinha degradado e que a vegetação tinha escondido de quem passava.

No lado oposto existe uma obra de arte contemporânea denominada “Ritmos de Primavera” de Arlindo Rocha de 1961.

Arlindo Rocha (1921-1999) foi um escultor português considerado um pioneiro da escultura abstrata no país, e uma das personalidades mais influentes do movimento que emancipou a escultura estatutária.

Nas suas obras destacam-se: Mulher e Árvore (1948), Ciência (1961), A Poesia, O Mar e a Terra, Setúbal (1971), D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto (1979) e Painel Decorativo - edifício H - ISEP | Politécnico do Porto (1968).

A fronteira demarcada pelo rio Minho e unida pela Ponte Internacional marcou a vida das duas comunidades durante séculos mas hoje encontra-se menos vigiada.