Teatro Diogo Bernardes

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Localiza-se na Rua Agostinho José Taveira, Vila de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, Norte de Portugal
 
História do Teatro Diogo Bernardes
 
O projeto do edifício foi encomendado em 1893 ao Arquiteto António Adelino de Magalhães Moutinho iniciando-se as obras no ano seguinte.

O Teatro Diogo Bernardes foi construído em 1893 e inaugurado em 19 de Setembro em 1896 com o impulso de um grupo de Limianos liderado por João Rodrigues de Morais.

O Teatro Diogo Bernardes nos anos 80 conheceu dias menos bons que levou à aquisição por parte do Município para uma intervenção de recuperação/restauro onde houve cuidado de manter toda a estrutura inicial com arquitectura à italiana.

O seu percurso histórico desde finais do século XIX até à actualidade oscilou entre o brilho da época romântica e a decadência nos anos 80.

No entanto, hoje, tal como no passado, é incontestável o papel deste Teatro no panorama cultural do Alto Minho.

Um teatro com arquitetura italiana restaurado e remodelado a partir de 1999 onde houve o cuidado de manter toda a estrutura inicial segundo projeto do arquiteto Luís Faro Viana.

Diogo Bernardes dedicou ao Rio Lima uma obra poética notável e uma expressão literária que em si mesma valoriza hoje como no século XVII a Vila que o inspirou.

O próprio Diogo Bernardes evoca e qualifica o Lima em numerosos poemas: “Lima, que neste vale murmurando/Enquanto o sol se esconde em Ocidente/ A tua natural vizinha gente/ Fazer adormecer com teu som brando”; Águas do claro Lima que corria/ Para mim, noutro tempo, claro e puro,/ eu correr vejo agora turvo, escuro,/ Quem afogou em vós minha alegria?”; “Num solitário vale fresco e verde/ Onde como veia doce e vagarosa/ O Vez, no Lima entrado, o nome perde.”: ou “Cantava Alcido um dia ao som das águas/ Do Lima, que mais brando ali corria”…

O Teatro Diogo Bernardes funciona como um espaço público de cultura com programação regular nas mais variadas áreas, destacando-se o teatro, a música e a dança.

O Teatro possui serviços como espetáculos por atores amadores, exposições, conferências, gestão do Auditório Rio Lima, direção artística e Produção do Festival Percursos da Música e produção de grandes concertos.

O Teatro de Ponte de Lima segue a estrutura das outras construções de espetáculo da época que hoje se conserva: plateia, frisas, duas ordens de camarotes, geral e galeria.

O Pano de Boca do Teatro Diogo Bernardes é feito em acrílico sobre tela de Chico Barbosa e Leandro Pires.