Torre da Universidade

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Fica localizada nos Paços das Escolas, Rua do Norte, Cidade de Coimbra, Centro de Portugal
 
No ano de 1728 este monumento é considerado o ex-libris da cidade é constituído por uma torre com 34 metros de altura ricamente decorada e é composta por vários corpos sobrepostos, encontrando-se no penúltimo andar largas janelas que permitem ver os pesados sinos, e no andar superior encontra-se o relógio e um pátio miradouro no topo.

O Paço das Escolas é dominado por uma das mais simbólicas estruturas de Coimbra, a torre setecentista que alberga o relógio e os sinos que regulam a vida académica.

A sua origem remonta a 1537 quando prestes a alojar-se no Paço de D. João III a Universidade insiste que "não podia haver boa ordem sem relógio”.

A proverbial cabra passou assim a ser responsável por marcar o começo das horas de estudo em todas as vésperas do dia de aulas, e segundo a antiga praxe o estudante que frequenta pela primeira vez a universidade não pode andar na rua após o badalar do sino.

O sino da Torre toca em determinados horários para que os alunos saibam quando ir para a aula ou quando voltar para casa.

A universidade é uma visita obrigatória em qualquer visita a Coimbra, especialmente a torre do sino do século XVIII da universidade e este monumento permite observar uma esplêndida vista sobre a universidade, Coimbra, o rio e a paisagem envolvente.

Na Torre existe uma escada em espiral de pedra que é muito estreita, e se subir os 184 degraus até o topo da torre do sino pode observar as vistas da cidade, e os funcionários garantem que ninguém se cruze na subida ou descida porque os espaços são bastante estreitos.

A arquitetura aqui é simplesmente deslumbrante, e pode observar um maravilhoso mosaico do selo da Universidade em frente ao portão principal, de seguida entra na praça principal com sua torre do sino, e edifícios espetaculares como a Biblioteca Joanina e as muitas fachadas maravilhosamente ornamentadas.

A Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra deve o seu nome ao monarca que a mandou erigir em 1717 D. João V “o Magnânimo” que ficou conhecido como o grande patrono da cultura, da ciência e das artes, e esta biblioteca é o testemunho notável da política cultural do rei.

No pórtico do elegante edifício, com quatro colunas de estilo jónico destaca-se o majestoso escudo real, barroco traduzindo o espírito de magnificência característico do mais auspicioso reinado da história de Portugal.

Neste edifício de três andares, dois dos quais subterrâneos, as paredes cobertas de estantes guardam milhares de exemplares, com destaque para obras de medicina, geografia, história, estudos humanísticos, ciências, direito civil e canónico, filosofia e teologia.

Nos fins de semana pode também encontrar no pátio alunos que vendem vários itens turísticos e tocam música tradicional.